domingo, 22 de fevereiro de 2009

opio


Eu queria você


Mais não podia ter você


Passo noites pesando em você.


Seu cheiro,sua boca,seu lábios.


Você bela com dia .


E lindo como noite.


As vezes tenho vontade de dizer que te amo.


Mais me calo ,para ouvi um não

Se você soubesse que quero você.

Talvez isso me matasse mesmo por dentro

Eu queria que você desaparece para essa dor passar

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

meu novo trabalho




o que essa imagem le passar ?
O um objeto pode dizer algo sobre vc
o que essa gravuras podem fala de mim
estou aberto a qualquer tipos de criticas

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009



Aula de Gramática



A professora debateu um tema muito bom que sobre linguagem
que existe varias formas de linguagem .Eu particularmente gostei muito do assunto porque pra mim tudo era um só linguagem. Pra mim foi muito interesante sabe que existir outras formas de linguagem.outras formas da gente si comunica sendo através de placas de transito ou por sinais .

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009


Amor

Amemos! Quero de amor Viver no teu coração! Sofrer e amar essa dor Que desmaia de paixão! Na tu’alma, em teus encantos E na tua palidez E nos teus ardentes prantos Suspirar de languidez! Quero em teus lábio beber Os teus amores do céu, Quero em teu seio morrer No enlevo do seio teu! Quero viver d’esperança, Quero tremer e sentir! Na tua cheirosa trança Quero sonhar e dormir! Vem, anjo, minha donzela, Minha’alma, meu coração! Que noite, que noite bela! Como é doce a viração! E entre os suspiros do vento Da noite ao mole frescor, Quero viver um momento, Morrer contigo de amor!

Por que mentias?


Por que mentias leviana e bela? Se minha face pálida sentias Queimada pela febre, e minha vida Tu vias desmaiar, por que mentias? Acordei da ilusão, a sós morrendo Sinto na mocidade as agonias. Por tua causa desespero e morro... Leviana sem dó, por que mentias? Sabe Deus se te amei! Sabem as noites Essa dor que alentei, que tu nutrias! Sabe esse pobre coração que treme Que a esperança perdeu por que mentias! Vê minha palidez- a febre lenta Esse fogo das pálpebras sombrias... Pousa a mão no meu peito! Eu morro! Eu morro! Leviana sem dó, por que mentias?

Se Eu Morresse Amanhã!

Se eu morresse amanhã, viria ao menos Fechar meus olhos minha triste irmã; Minha mãe de saudades morreria Se eu morresse amanhã! Quanta glória pressinto em meu futuro! Que aurora de porvir e que manhã! Eu perdera chorando essas coroas Se eu morresse amanhã! Que sol! que céu azul! que dove n'alva Acorda a natureza mais loucã! Não me batera tanto amor no peito Se eu morresse amanhã! Mas essa dor da vida que devora A ânsia de glória, o dolorido afã... A dor no peito emudecera ao menos Se eu morresse amanhã!
Autor Álvares de Azevedo